O jovem catarinense Mateus Herdy levou o Brasil até as semifinais do WSL Challenger Series da França e saltou da 66.a para a 17.a posição no ranking, empatado com o carioca Lucas Silveira. Os únicos sul-americanos no grupo dos 12 surfistas que vão completar a elite da World Surf League em 2022, são João Chianca e o peruano Lucca Mesinas. Eles dividem o sexto lugar com o australiano Connor O´Leary, campeão na final do Quiksilver Pro France contra o taitiano Michel Bourez no sábado em Hossegor. No ROXY ProBrisa Hennessy, da Costa Rica, assumiu a liderança do ranking com a vitória sobre a australiana India Robinson. As últimas vagas para o World Surf League Championship Tour 2022 serão definidas no Haleiwa Challenger, no Havaí.

Os campeões Brisa Hennessy e Connor O´Leary e os vice-campeões India Robinson e Michel Bourez (Foto: Laurent Masurel/World Surf League)

O resultado do WSL Challenger Series da França provocou quatro mudanças na lista dos 12 primeiros colocados no ranking. João Chianca já tinha assumido o sexto lugar quando se classificou para as oitavas de final na sexta-feira. No sábado, Lucca Mesinas empatou com ele no ranking, quando derrotou Jessé Mendes na terceira bateria do dia. Depois, João perdeu para o costa-ricense Carlos Muñoz, que também entrou no G-12. E a final do Quiksilver Pro France valia a sexta posição no ranking para quem vencesse.

“É uma sensação incrível. Foi um dia muito longo, mas é maravilhoso terminar assim”, disse Connor O´Leary“Estou até com câimbras nas minhas pernas, mas agora vou festejar, tomar umas cervejas com a rapaziada (risos). Quero curtir esse fim de tarde com meus amigos. Está rolando muito apoio entre os australianos, com todo mundo ajudando um ao outro e vamos manter essa vibração positiva, para terminar bem o ano lá no Havaí”.

Connor O’Leary (Foto: Laurent Masurel/World Surf League)

Os dois finalistas disputaram o World Surf League Championship Tour esse ano, mas não ficaram entre os top-20 do ranking mantidos na elite para 2022. Então, estão tentando garantir suas permanências pelo WSL Challenger Series. Eles chegaram na França abaixo dos 100 primeiros colocados, mas a vitória no Quiksilver Pro France decidia quem iria dividir o sexto lugar no G-12 com João Chianca e Lucca Mesinas.

DECISÃO DO TÍTULO – Michel Bourez tinha passado por Mateus Herdy nas semifinais, pegando duas ondas logo no início da bateria. Ele também largou na frente na decisão do título, com três manobras fortes de frontside numa direita que valeram 6,50. Connor O´Leary respondeu com 5,33 em uma esquerda e logo pega outra melhor, que abre a parede até a beira, para ele mostrar a força do seu frontside, variando batidas, rasgadas e finalizar com um aéreo, para assumir a liderança com nota 6,03.

Connor segue apostando nas esquerdas e manda mais um aéreo, esse mais alto, para trocar o 5,33 da sua primeira onda por 6,73. Michel fica precisando de 6,27 para vencer nos 10 minutos finais. O taitiano também pega uma esquerda, que rende três manobras de backside, porém só recebe 4,23. Depois, pega uma direita fraca que fecha rápido e, por 12,76 a 10,73 pontos, Connor O´Leary festejou uma importante vitória para se manter no CT em 2022.

Brisa Hennessy e Connor O’Leary (Foto: Laurent Masurel/World Surf League)

O australiano entrou na elite em 2017 e terminou em 13.o lugar no ranking no seu primeiro ano, sendo vice-campeão na etapa de Fiji, vencida por Matt Wilkinson. Em 2018, não conseguiu nenhum bom resultado e saiu do CT. Mas, já recuperou a vaga em 2019, iniciando o WSL Qualifying Series com duas vitórias na Austrália, no QS 1000 Carve Pro e no QS 3000 Vissla Central Coast Pro, somando uma nota 10 com 9,5 na final. Retornou ao CT esse ano, porém terminou em 28.o lugar no ranking, empatado com Michel Bourez.

Os dois chegaram na França muito longe do G-12 do WSL Challenger Series. Mas, Connor O´Leary entrou, saltando da 114.a para a sexta posição com os 10.000 pontos da vitória no Quiksilver Pro France. Já o taitiano, subiu da 124.a para a 19.a, com os 8.000 pontos do vice-campeonato. Mateus Herdy também entrou na briga direta por vagas no CT 2022, com os 6.500 que recebeu pelo terceiro lugar no sábado. Agora, é o 17.o colocado no ranking.

Michel Bourez (Foto: Laurent Masurel/World Surf League)

ÚLTIMO BRASILEIRO – Infelizmente, não entraram muitas ondas na sua bateria da semifinal, para Mateus Herdy mostrar o seu surfe moderno, com manobras progressivas e inovadoras que o levaram até ali. O taitiano Michel Bourez começou muito forte, com nota 8 numa direita que abriu a parede para mandar um batidão vertical de frontside e seguir jogando água pra cima com grandes rasgadas e batidas até a beira.

Logo, Bourez pega outra direita para fazer três manobras potentes que valem 7,17. A primeira do Mateus até rendeu algumas manobras, mas ele errou o aéreo na finalização e só recebeu 4,50. Depois, não entrou mais nada de ondas boas até o término da bateria. O catarinense ficou remando de um lado pro outro procurando alguma onda, mas o mar não ajudou e o taitiano ganhou fácil essa briga pela segunda vaga na final, por 15,17 a 6,77 pontos.

“Foi uma daquelas baterias que não era para mim”, lamentou Mateus Herdy“O Michel (Bourez) conseguiu duas notas boas logo no início e eu estava confiante, mas as ondas não apareceram. Rolou a mesma coisa na minha bateria com o Lucas (Silveira), quando só veio onda pra mim e nada pra ele. Acontece! Mas, um terceiro lugar é um bom resultado e agora tenho mais chances de me qualificar para o CT lá em Haleiwa. Fiz uma boa perna europeia e quero agradecer ao pessoal da Quiksilver e da Red Bull, que me ajudaram muito aqui nestes dois eventos, minha família, meus pais e todo mundo que torce por mim”.

Mateus Herdy (Foto: Laurent Masurel/World Surf League)

BRASILEIROS ELIMINADOS – Mateus Herdy foi o único brasileiro a passar pelas oitavas de final, que abriram o sábado decisivo do Quiksilver Pro France. Ele disputou um duelo 100% verde-amarelo com Lucas Silveira, que só achou uma onda para surfar. O carioca entraria no G-12 se vencesse essa bateria, assim como o paulista Samuel Pupo, que perdeu o confronto seguinte para o taitiano Michel Bourez. Com as derrotas em nono lugar, Pupo ficou em 15.o no ranking e Lucas Silveira empatado em 17.o com Mateus Herdy.

Antes, Alex Ribeiro já havia sido eliminado pelo francês Maxime Huscenot no primeiro duelo do dia, Jessé Mendes perdido o confronto sul-americano com o peruano Lucca MesinasEdgard Groggia barrado pelo japonês Kanoa Igarashi e João Chianca por Carlos Muñoz. Com a passagem para as quartas de final, Mesinas Muñoz entraram no G-12 e o peruano passou a dividir o sexto lugar com João ChiancaJessé subiu de 72 para 40 no ranking, Groggia de 50 para 33 e o Alex de 49 para 32.

João Chianca (Foto: Laurent Masurel/World Surf League)

Nas quartas de final, Mateus Herdy derrotou o costa-ricense Carlos Muñoz, que subiu para o 11.o lugar no ranking, penúltima posição da zona de classificação para o CT 2022, agora fechada pelo australiano Callum RobsonMuñoz e os novos sextos colocados, Connor O´LearyLucca Mesinas e João Chianca, tiraram do G-12, o australiano Jackson Baker, o japonês Shun Murakami, o americano Cole Houshmand e o italiano Leo Fioravanti.

ROXY PRO FRANCE – No ranking feminino, o resultado do Roxy Pro France mudou metade do grupo das seis surfistas que o Challenger Series classifica para completar as top-16 do World Surf League Championship Tour 2022. Assim como Connor O`Leary e Michel Bourez, a costa-ricense Brisa Hennessy disputou o CT esse ano e não conseguiu ficar entre as nove primeiras do ranking, que foram mantidas na elite.  Com a vitória no ROXY Pro France, ela assumiu a liderança do ranking e praticamente confirmou sua permanência.

“Nossa, nem acredito que venci, mas estou muito feliz e muito obrigado pelo apoio de todo mundo lá da Costa Rica”, vibrou Brisa Hennessy, que só confirmou a vitória com a nota 8,40 da sua última onda. “Essa final foi uma loucura. A India (Robinson) é uma excelente competidora e eu acho que ela merece estar na elite ano que vem. As condições do mar mudaram muito durante a bateria e ainda bem que consegui aquela onda no final para vencer. Agora quero comemorar e curtir essa energia de todo mundo aqui”.

Brisa Hennessy (Foto: Laurent Masurel/World Surf League)

A havaiana Gabriela Bryan perdeu o primeiro lugar no ranking para Brisa Hennessy, mas está praticamente garantida também no CT 2022. Assim como outra surfista que pode ser novidade na elite, a norte-americana Caitlin Simmers, que subiu da quinta para a terceira posição. Com o vice-campeonato no ROXY Pro France, a australiana India Robinson saltou do 24.o para o quarto lugar. Além dela, também entraram no G-6, a francesa Vahine Fierro e a norte-americana Sawyer Lindblad, que estão empatadas em quinto lugar.

SAÍRAM DO G-6 – As três tiraram da lista a havaiana Luana Silva, campeã do MEO Vissla Pro Ericeira domingo passado em Portugal, a francesa Pauline Ado e a espanhola Ariane Ochoa. A batalha por estas três últimas vagas para o CT 2022, será travada nas ondas de Haleiwa Beach, no Havaí.

Por outro lado, já é certo que nenhuma sul-americana fará companhia a vice-campeã mundial Tatiana Weston-Webb no ano que vem. As também brasileiras Silvana Lima e Summer Macedo, são as mais bem colocadas no ranking, em 33.o e 35.o lugar respectivamente, ambas sem chances matemáticas de atingir o G-6, mesmo que vençam o Haleiwa Challenger.

India Robinson (Foto: Laurent Masurel/World Surf League)

VAGAS NO CT 2022 – Depois do Quiksilver Pro France, só resta a etapa do Havaí para definir os 12 homens e as 6 mulheres, que completarão a elite que disputará os títulos mundiais no World Surf League Championship Tour 2022. Os rankings masculino e feminino computarão três resultados, com um deles podendo ser a maior pontuação obtida nas etapas do WSL Qualifying Series 2020, disputadas até o mês de março, antes do Circuito Mundial ser cancelado por causa da pandemia do Covid-19.

A batalha pelas vagas para o CT 2022 começou duas semanas atrás no US Open of Surfing apresentado pela Shiseido na Califórnia, vencido pelos norte-americanos Griffin Colapinto e Caitlin Simmers. Na semana passada, só deu Havaí no MEO Vissla Pro Ericeira em Portugal, com as vitórias de Ezekiel Lau e Luana Silva. No Quiksilver Pro France, o título ficou com o australiano Connor O´Leary e a costa-ricense Brisa Hennessy ganhou o ROXY Pro. O WSL Challenger Series 2021 será encerrado no Haleiwa Challenger, de 26 de novembro a 7 de dezembro em Haleiwa Beach, no Havaí.

RESULTADOS DO SÁBADO NO WSL CHALLENGER SERIES DA FRANÇA:

DECISÃO DO QUIKSILVER PRO FRANCE:
Campeão: Connor O`Leary (AUS) por 12,76 pts (6,73+6,03) – US$ 20.000 e 10.000 pontos
Vice-campeão: Michel Bourez (TAH) com 10,73 (6,50+4,23) – US$ 10.000 e 8.000 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar com US$ 5.000 e 6.500 pontos:
1.a: Connor O´Leary (AUS) 13,93 x 12,40 Kanoa Igarashi (JPN)
2.a: Michel Bourez (TAH) 15,17 x 6,77 Mateus Herdy (BRA)

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com US$ 3.500 e 5.000 pontos:
1.a: Connor O´Leary (AUS) 12,84 x 7,37 Maxime Huscenot (FRA)
2.a: Kanoa Igarashi (JPN) 14,70 x 13,84 Lucca Mesinas (PER)
3.a: Mateus Herdy (BRA) 13,73 x 2,30 Carlos Munoz (CRI)
4.a: Michel Bourez (TAH) 9,77 x 9,60 Frederico Morais (PRT)

OITAVAS DE FINAL – 9.o lugar com US$ 2.750 e 3.500 pontos:
1.a: Maxime Huscenot (FRA) 14,66 x 10,70 Alex Ribeiro (BRA)
2.a: Connor O´Leary (AUS) 12,50 x 10,90 Beyrick De Vries (HOL)
3.a: Lucca Mesinas (PER) 15,43 x 12,40 Jessé Mendes (BRA)
4.a: Kanoa Igarashi (JPN) 14,27 x 12,50 Edgard Groggia (BRA)
5.a: Carlos Munoz (CRI) 10,43 x 10,00 João Chianca (BRA)
6.a: Mateus Herdy (BRA) 14,90 x 6,50 Lucas Silveira (BRA)
7.a: Michel Bourez (TAH) 11,77 x 10,54 Samuel Pupo (BRA)
8.a: Frederico Morais (PRT) 14,90 x 9,70 Jordan Lawler (AUS)

DECISÃO DO ROXY PRO FRANCE:
Campeã: Brisa Hennessy (CRI) por 15,23 pontos (8,40+6,83) – US$ 20.000 e 10.000 pontos
Vice-campeã: India Robinson (AUS) com 13,16 (7,83+5,33) – US$ 10.000 e 8.000 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar com US$ 5.000 e 6.500 pontos:
1.a: Brisa Hennessy (CRI) 14,50 x 13,73 Sawyer Lindblad (EUA)
2.a: India Robinson (AUS) 15,60 x 10,27 Caitlin Simmers (EUA)

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com US$ 3.500 e 5.000 pontos:
1.a: Sawyer Lindblad (EUA) 15,17 x 7,20 Dimity Stoyle (AUS)
2.a: Brisa Hennessy (CRI) 13,33 x 8,83 Alyssa Spencer (EUA)
3.a: India Robinson (AUS) 10,50 x 10,07 Molly Picklum (AUS)
4.a: Caitlin Simmers (EUA) 11,93 x 11,04 Vahine Fierro (FRA)

G-12 DO WSL CHALLENGER SERIES – 3 etapas de 2021 + 1 do QS 2020:
*-vaga no CT 2022 já garantida
*01: Kanoa Igarashi (JPN) – 15.500 pontos
02: Ezekiel Lau (HAV) – 14.250
03: Jake Marshall (EUA) – 12.500
04: Imaikalani Devault (HAV) – 12.000
05: Nat Young (EUA) – 11.900
06: Connor O´Leary (AUS) – 11.000
06: Lucca Mesinas (PER) – 11.000
06: João Chianca (BRA) – 11.000
*09: Griffin Colapinto (EUA) – 10.750
09: Liam O´Brien (AUS) – 10.750
11: Carlos Muñoz (CRI) – 10.650
12: Callum Robson (AUS) – 10.500
——–próximos sul-americanos até 100:
15: Samuel Pupo (BRA) – 9.500 pontos
17: Lucas Silveira (BRA) – 9.250
17: Mateus Herdy (BRA) – 9.250
26: Alonso Correa (PER) – 7.900
28: Thiago Camarão (BRA) – 7.650
29: Alejo Muniz (BRA) – 7.500
32: Alex Ribeiro (BRA) – 7.375
33: Edgard Groggia (BRA) – 7.250
40: Jessé Mendes (BRA) – 5.900
42: Wiggolly Dantas (BRA) – 5.800
44: Ian Gouveia (BRA) – 5.650
*48: Yago Dora (BRA) – 5.250
50: Weslley Dantas (BRA) – 5.050
*51: Jadson André (BRA) – 5.000
*62: Deivid Silva (BRA) – 4.000
65: Marcos Correa (BRA) – 3.750
68: Caio Ibelli (BRA) – 3.500
75: Michael Rodrigues (BRA) – 3.150
78: Marco Giorgi (URU) – 3.000
81: Willian Cardoso (BRA) – 2.800
83: Rafael Teixeira (BRA) – 2.700
85: Victor Bernardo (BRA) – 2.550
*87: Filipe Toledo (BRA) – 2.500
87: Leandro Usuna (ARG) – 2.500
98: Lucas Vicente (BRA) – 1.800
100: Renan Pulga Peres (BRA) – 1.750
100: Leo Casal (BRA) – 1.750

G-6 DO WSL CHALLENGER SERIES – 3 etapas de 2021 + 1 do QS 2020:
1.a: Brisa Hennessy (CRI) – 21.500 pontos
2.a: Gabriela Bryan (HAV) – 21.000
3.a: Caitlin Simmers (EUA) – 17.200
4.a: India Robinson (AUS) – 13.300
5.a: Vahine Fierro (FRA) – 12.500
5.a: Sawyer Lindblad (EUA) – 12.500
——–sul-americanas até 100:
33: Silvana Lima (BRA) – 6.350 pontos
35: Summer Macedo (BRA) – 6.050
40: Daniella Rosas (PER) – 5.300
46: Dominic Barona (EQU) – 4.400
55: Sol Aguirre (PER) – 3.250
65: Josefina Ané (ARG) – 2.275
78: Anali Gomez (PER) – 1.500
94: Tatiana Weston-Webb (BRA) – 700
94: Sophia Medina (BRA) – 700

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João Carvalho – jcarvalho@worldsurfleague.com

WSL Latin America Media Manager

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